Prémios Europeus para Empresas

Os Prémios Europeus de Promoção Empresarial (European Enterprise Promotion Awards – EEPA) são uma iniciativa da Comissão Europeia alinhada com as prioridades da estratégia Europa 2020, que tem como objetivo potenciar a divulgação de atividades reconhecidas como boas práticas no âmbito da promoção da iniciativa empresarial na Europa.

Os Prémios Europeus de Promoção Empresarial pretendem contribuir para:
 
- Identificar e reconhecer atividades e iniciativas de sucesso que visem a promoção de empresas e do empreendedorismo;
- Divulgar e partilhar exemplos de melhores políticas e práticas de iniciativa empresarial;
- Sensibilizar para o papel desempenhado na sociedade pelos empresários e pelos empreendedores;
- Incentivar e inspirar potenciais empreendedores.
 
A competição decorre, numa primeira fase, a nível nacional, sendo selecionados dois projetos para representar o país na grande final europeia que todos os anos distingue as iniciativas que melhor representam a iniciativa empresarial e o empreendedorismo na Europa.
 
Portugal encontra-se no conjunto dos paíse que detêm, até ao momento, mais galardões atribuídos pela Comissão Europeia, sinal do dinamismo e do investimento que o país, as regiões, e as cidades estão a fazer em prol do dsenvolvimento do ecossistema empreendedor nacional.
 
Ao longo destes 12 anos, foram vários os projetos portugueses premiados pela Comissão Europeia em diversas categorias, com visibilidade e impactos acrescidos para os respetivos projetos e promotores. São exemplo disso a "Empresa na Hora", o "Douro Boys", o projeto "Portuguese Shoes - The sexiest industry in Europe", o "Lisboa Empreende" e o conhecido "Estatuto PME Líder".
 
A fase nacional para submissão de candidaturas à 12ª edição dos Prémios Europeus de Promoção Empresarial decorre até ao dia 9 de abril de 2018.

CE atribui apoio financeiro a Portugal na sequência dos incêndios de 2017

 
A Comissão Europeia propôs a concessão de um montante de 104 milhões de euros do Fundo de Solidariedade da UE a Portugal, Espanha, França e Grécia, atingidos por catástrofes naturais em 2017. 
Esta proposta representa a concretização da promessa feita pela Comissão Juncker de ir além das condolências quando um país da UE é atingido por uma catástrofe. O dinheiro do Fundo de Solidariedade da UE pode ser utilizado para apoiar os esforços de reconstrução e cobrir parte dos custos dos serviços de emergência, alojamento temporário, operações de limpeza e proteção de locais classificados como património cultural, aliviando o encargo financeiro suportado pelas autoridades nacionais.
 
Os 104 milhões de euros são repartidos do seguinte modo:
50,6 milhões de euros para Portugal e 3,2 milhões para Espanha, na sequência de todos os incêndios florestais do verão e do mês de outubro passados
As regiões do centro e do norte de Portugal foram assoladas por violentos fogos florestais, que tiraram a vida de muitas pessoas e ultrapassaram a capacidade de resposta dos serviços de salvamento e de combate a incêndios. A região espanhola vizinha da Galiza também foi afetada.
Após ter prestado ajuda de emergência através do seu mecanismo de proteção civil e dos serviços do satélite Copernicus, a UE concedeu a estes países um apoio financeiro, permitindo-lhes beneficiar da flexibilidade prevista no quadro dos programas de fundos da UE. Em agosto de 2017, 45 milhões de euros provenientes dos fundos da política de coesão no âmbito do Programa Operacional Regional do Centro foram reorientados a fim de ajudar as empresas locais afetadas pelos incêndios e recuperar as infraestruturas públicas. O Programa de Desenvolvimento Rural para Portugal Continental foi posteriormente alterado de forma a aumentar o montante destinado à prevenção de incêndios florestais em 22 milhões de euros.
A UE também entregou a Portugal, em novembro de 2017, uma primeira parcela do auxílio no valor de 1,5 milhões de euros proveniente do Fundo de Solidariedade da UE.
49 milhões de euros para as regiões francesas de São Martinho e Guadalupe, na sequência dos furacões Irma e Maria
Estas duas regiões europeias ultraperiféricas foram atingidas por furacões devastadores em setembro de 2017; a Ilha de São Martinho foi particularmente afetada. O dinheiro ajudará estas duas regiões a regressar à normalidade. Por seu lado, a Comissão está a analisar formas de as proteger melhor dos efeitos das alterações climáticas, em linha com a sua Nova estratégia para as regiões ultraperiféricas.
Além disso, a Comissão está atualmente a ajudar Saint-Martin (o território francês da ilha) e Sint-Maarten (o território neerlandês da ilha) a desenvolver esforços conjuntos de recuperação, com o apoio dos fundos europeus, no quadro do programa de cooperação inter-regional da ilha.
 
 

Previsões Económicas Intercalares do Inverno de 2018

 
As taxas de crescimento para a área do euro e para a UE superaram as expectativas no ano passado, à medida que prossegue a transição da fase de recuperação económica para uma fase de expansão. As economias da área do euro e da UE terão crescido a uma taxa de 2,4 % em 2017, o crescimento mais rápido da última década. 
Este sólido desempenho deverá prosseguir em 2018 e 2019, com um crescimento de 2,3 % e 2,0 %, respetivamente, tanto na área do euro como na UE.
 
O crescimento deverá continuar a ser sólido
O crescimento do PIB, agora estimado em 2,4 % para 2017, foi superior às projeções incluídas em novembro nas Previsões Económicas do Outono, que apontavam para um crescimento de 2,2 % para a área do euro e de 2,3 % para a UE. As previsões de crescimento para 2018 e 2019 também melhoraram desde novembro, tanto para a economia da área do euro como da UE no seu todo: passaram de 2,1 % para 2,3 % para este ano e de 1,9 % para 2,0 % para 2019. Esta melhoria decorre não só de um grande dinamismo do ciclo económico na Europa, onde os mercados de trabalho continuam a melhorar e a confiança na economia é particularmente elevada, como também de uma recuperação mais forte do que o esperado da atividade económica e do comércio a nível mundial.
A forte procura, os elevados níveis de utilização das capacidades e as condições de financiamento favoráveis deverão estimular o investimento ao longo de todo o período abrangido pelas previsões.
 
As previsões de inflação continuam a ser moderadas
A inflação subjacente, que exclui os instáveis preços da energia e dos produtos alimentares não transformados, deverá manter-se moderada à medida que a folga existente no mercado de trabalho irá diminuindo, mas lentamente, e as pressões salariais serão contidas. A inflação global continuará a refletir uma influência significativa dos preços da energia e deverá aumentar ligeiramente. A inflação na área do euro atingiu 1,5 % em 2017. Deverá manter-se em 1,5 % em 2018 e aumentar para 1,6 % em 2019.
 
Os riscos são equilibrados, mas poderá ocorrer uma revisão em alta a curto prazo
Os riscos associados a estas previsões de crescimento continuam a ser globalmente equilibrados. O crescimento económico poderá superar as expectativas a curto prazo, como indicam os elevados níveis de confiança. A médio prazo, os elevados preços dos ativos a nível mundial poderão revelar alguma vulnerabilidade à reavaliação dos riscos e dos princípios fundamentais. Mantêm-se os riscos de revisão em baixa, não só relacionados com a incerteza do resultado das negociações do Brexit como também com as questões associadas às tensões geopolíticas e a uma evolução para políticas mais introspetivas e protecionistas.
 
Para o Reino Unido, um pressuposto puramente técnico para 2019
Tendo em conta as negociações em curso sobre as condições da saída do Reino Unido da UE, as nossas projeções para 2019 assentam numa hipótese puramente técnica de statu quo das relações comerciais entre a UE-27 e o Reino Unido. Esta hipótese serve apenas para efeitos de previsão e não reflete nem antecipa de forma alguma as conversações em curso no contexto do processo ao abrigo do artigo 50.º.
 

CE lança o Observatório e Fórum da UE para a Tecnologia de Blockchain

 
A Comissão lançou o Observatório e Fórum da UE para a Tecnologia de Cadeia de Blocos com o apoio do Parlamento Europeu, representado por Jakob Von Weizsäcker, responsável pelo recente relatório sobre moedas virtuais.
O Observatório e Fórum da UE para a Tecnologia de Cadeia de Blocos salientará os principais desenvolvimentos da tecnologia de cadeia de blocos, promoverá os atores europeus e reforçará o compromisso europeu com várias partes interessadas envolvidas em atividades neste setor.
As tecnologias de cadeia de blocos, que armazenam blocos de informação que são distribuídos em toda a rede, são vistas como um importante desenvolvimento tecnológico, uma vez que permitem elevados níveis de rastreabilidade e segurança nas transações em linha. Estas tecnologias deverão ter impacto no setor dos serviços digitais e transformar os modelos empresariais numa vasta gama de domínios, como os cuidados de saúde, seguros, finanças, energia, logística, gestão dos direitos de propriedade intelectual ou serviços públicos.
A Comissão Europeia tem vindo a financiar, desde 2013, projetos de tecnologia de cadeia de blocos através dos Programas de Investigação da União Europeia: 7.º PQ e Horizonte 2020. Até 2020, vai financiar, com até 340 milhões de euros, projetos que se possam apoiar na tecnologia de cadeia de blocos.
Incentivar os governos, a indústria e os cidadãos europeus a beneficiar das oportunidades oferecidas pela tecnologia de cadeia de blocos
Os inovadores e empresários europeus já oferecem soluções baseadas na tecnologia de cadeia de blocos. Os principais intervenientes nos setores tradicionais, como os bancos, seguros, bolsas de valores, logística ou empresas, participam em projetos piloto. Muitos Estados-Membros anunciaram iniciativas que procuram reforçar a sua utilização da tecnologia de cadeia de blocos.
A Comissão Europeia deseja reforçar as iniciativas existentes a fim de garantir que estas tecnologias podem ser utilizadas além-fronteiras, consolidar competências especializadas e abordar os problemas criados pelos novos paradigmas potenciados pela tecnologia de cadeia de blocos (por exemplo, desintermediação, confiança, segurança e rastreabilidade desde a conceção).
O Observatório e Fórum da UE para a Tecnologia de Cadeia de Blocos desempenhará um papel ativo no sentido de ajudar a Europa a aproveitar as novas oportunidades oferecidas por esta tecnologia, a fim de criar competências e assumir uma posição de liderança neste domínio. Fará a recolha de informações, o acompanhamento e análise de tendências, abordará desafios e explorará o potencial socioeconómico da tecnologia de cadeia de blocos. Irá permitir a cooperação transfronteiriça em casos práticos, reunindo os melhores peritos europeus e promovendo um fórum aberto para técnicos, inovadores, cidadãos, indústria, autoridades públicas, autoridades reguladoras e de supervisão e outras partes interessadas na tecnologia de cadeia de blocos, a fim de debater e desenvolver novas ideias, aprender, participar e contribuir de uma forma aberta.
 
 

Jovens apresentam propostas sobre o futuro da Europa

 
Comissário Tibor Navracsics recebe juventude para debater pontos de vista sobre o futuro da Europa e a forma de melhor ter em conta as suas prioridades.
 
100 jovens vindos de toda a Europa vão apresentar propostas concretas sobre a forma de dar à Europa um futuro brilhante, na sequência dos debates no contexto da iniciativa Nova Narrativa para a Europa. Estas recomendações coincidem com os resultados de um novo inquérito Eurobarómetro, que mostra que a participação dos jovens em atividades de voluntariado, organizações e eleições tem vindo a aumentar nos últimos anos.
 
A cerimónia de encerramento da iniciativa Nova Narrativa para a Europa, que se realiza em Bruxelas, reúne as conclusões dos debates dos jovens ao longo dos últimos dois anos. Graças a uma série de debates à escala europeia, este projeto alcançou cerca de 62 000 jovens. Subsequentemente, os jovens apresentaram doze propostas concretas sobre o futuro da Europa.
 
Tibor Navracsics, Comissário responsável pela Educação, Cultura, Juventude e Desporto, declarou: «Ver os jovens tão empenhados e ouvir as suas ideias inovadoras enche-me de otimismo quanto ao futuro da Europa. Vou analisar as recomendações da Nova Narrativa para a Europa com a maior atenção. Mas tal não significa o fim do processo - os jovens devem estar no cerne do debate sobre o futuro da Europa, pelo que gostaria que estas reflexões fossem prosseguidas.» 
 
As propostas apresentadas foram testadas num recente inquérito Eurobarómetro para verificar a sua recetividade junto de um grupo mais vasto de jovens. O inquérito, realizado em setembro de 2017, no âmbito do qual foram consultados cerca de 11 000 cidadãos com idades compreendidas entre os 15 e os 30 anos, mostra que os inquiridos concordam em geral com a necessidade de:
Promover o espírito crítico e a capacidade de pesquisar informações para combater as notícias falsas e o extremismo (49 %);
Facilitar o acesso a informações sobre ir viver e trabalhar no estrangeiro (49 %);
Promover uma mudança de comportamento graças a iniciativas respeitadoras do ambiente, tais como transportes sustentáveis ou sistemas de reciclagem em toda a Europa (40 %).
 
Outras conclusões importantes do Eurobarómetro:
Mais de metade dos jovens europeus considera que a educação e as competências constituem uma prioridade fundamental, que a UE deve ter em conta. A proteção do ambiente e a luta contra as alterações climáticas vêm em segundo lugar, seguidas do emprego, da gestão dos fluxos migratórios e da integração dos refugiados;
Registou-se um acréscimo da atividade dos jovens em relação ao último inquérito, efetuado em dezembro de 2014. 31 % dos inquiridos declararam ter participado em atividades de voluntariado organizadas no decurso dos últimos 12 meses;
Mais de metade está envolvida em organizações como clubes desportivos, clubes de jovens ou ONG locais;
Em particular, 64 % dos inquiridos afirmam ter votado numa eleição política nos últimos 3 anos.  
 

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