Dia Internacional da Mulher de 2017

 
 
Agora, como no momento da sua fundação, a União Europeia está ao lado das mulheres na Europa e no mundo.
A igualdade entre mulheres e homens foi consagrada no Tratado de Roma há 60 anos, como um dos valores fundamentais da União Europeia. Nessa altura, o empenho da Europa no princípio do salário igual para trabalho igual era único no mundo. Desde então, a UE tem-se mantido na vanguarda e tem feito progressos visíveis em todas as frentes. Trabalhamos incansavelmente a fim de defender os direitos das mulheres e de lhes dar a capacidade necessária para lutarem contra a discriminação e a violência com base no sexo.
Nunca como em 2017 houve tantas mulheres a trabalhar, a concluir cursos universitários e ativas na política ou a desempenhar cargos cimeiros em empresas europeias. Na Comissão, as mulheres representam 55 % do efetivo total. No entanto, na União Europeia são ainda muitas as mulheres, especialmente mães solteiras, que continuam a lutar para conseguir a independência económica. Se é verdade que a taxa de emprego das mulheres na União Europeia atingiu em 2016 o valor recorde de 65,5 %, não é menos verdade que permanece bastante inferior à dos homens, que é de 77 %.
Muito há ainda a fazer dentro e fora da Europa. As mulheres contam-se frequentemente entre os grupos mais vulneráveis nas situações de conflito, de migração e de deslocação de populações e nas zonas mais fortemente afetadas pela pobreza e pelas alterações climáticas. Além disso, assiste-se ao crescimento exponencial do número de mulheres vítimas de tráfico que chegam à UE no atual contexto de migração.
A intolerância relativamente às mulheres e a misoginia manifestam-se na esfera pública, assim como sob o repelente anonimato da Internet. Os ataques contra os direitos das mulheres estão a aumentar. Demasiados europeus continuam a pensar que as relações sexuais sem consentimento são justificáveis. As mulheres são também as primeiras vítimas da discriminação e da violência, especialmente nas zonas de conflito por todo o mundo.
São, contudo, muitas vezes elas as primeiras a procurar soluções, a resistir face à adversidade e a ter uma visão para o futuro dos seus países. Por este motivo, a UE continua a dialogar com os agrupamentos de mulheres de todo o mundo, inclusivamente nas circunstâncias mais difíceis, como no Afeganistão e na Síria.

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