Crescimento intenso dos salários e maior rapidez na transição do desemprego para o mundo do trabalho

 
A Comissão publicou o seu relatório anual sobre a evolução do mercado do trabalho e dos salários na Europa.
 
A edição deste ano confirma as tendências positivas que se têm observado na UE. O emprego na UE ultrapassou os níveis registados antes da crise, com mais de 235 milhões de pessoas ativas. O desemprego, que se cifra agora nos 7,6 %, está também a aproximar-se dos valores anteriores à recessão. Além disso, o relatório revela que os desempregados têm agora mais facilidade em encontrar um emprego. Por outro lado, a maior flexibilidade na organização do trabalho trouxe vantagens para as empresas e para os indivíduos, mas, em alguns casos, traduziu-se numa divisão entre trabalhadores com tipos de contratos diferentes, com os trabalhadores temporários e por conta própria a gozarem de menor proteção.
 
Cumprindo o compromisso assumido no Pilar Europeu dos Direitos Sociais, a Comissão apresentou uma proposta legislativa para que os pais e os cuidadores que trabalham possam conciliar melhor a sua vida profissional e familiar e lançou consultas dos parceiros sociais sobre a modernização das normas contratuais e o acesso universal à proteção social. Uma vez adotadas, estas iniciativas poderão dar resposta aos desafios evidenciados no relatório sobre a evolução do mercado de trabalho e dos salários na Europa, como a segmentação do mercado de trabalho e a falta de proteção dos trabalhadores em formas atípicas de emprego.
 
 

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