Comissão Europeia abre inscrições para Bolsa do Empreendedorismo 2017

 
Já estão abertas as inscrições para a Bolsa do Empreendedorismo 2017, promovida pela Representação da Comissão Europeia em Portugal no Dia da Europa, 9 de maio, pelas 9h30, na Fundação Champalimaud, em Lisboa. As inscrições podem ser feitas em www.bolsadoempreendedorismo.pt.
 
Carlos Moedas, Comissário europeu da Investigação, Ciência e Inovação, e Graça Fonseca, Secretária de Estado Adjunta e da Modernização Administrativa anunciam as equipas vencedoras do concurso de empreendedorismo Elevator Pitch – IdeiasQueMarcam. No mesmo dia, serão entregues as candidaturas ao Concurso Canvas – ProjetosQueMarcam.
 
A sessão de abertura arrancará com um painel moderado por Filipe Almeida, presidente da Portugal Inovação Social, com o Comissário europeu Carlos Moedas e a Secretária de Estado Graça Fonseca.
O segundo painel da manhã tem como tema o «Investimento europeu: oportunidades para os empreendedores» e conta, entre outros intervenientes, com a participação de Kim Kreilgaard, Chefe do Gabinete do Banco Europeu Investimento em Portugal.
 
O período da tarde será inteiramente dedicado ao empreendedorismo, com uma série de workshops relacionados com as diferentes etapas de desenvolvimento de um projeto: «Arranque», «Escala» e «Impacto». De destacar o workshop «Comunidades, a importância de uma cultura de rede», onde estará presente a Rede de Incubadoras do SRTT do Alentejo, representada por Alexandra Correia.
 
O objetivo da Bolsa passa por criar momentos de interação com os empreendedores, ajudando-os a passar da fase da ideia ao projeto concreto, a crescer no mercado global ou, ainda, a desenvolver projetos que contribuam para uma sociedade melhor.
 
A Bolsa do Empreendedorismo 2017 não é uma mera conferência, mas sim um espaço de empreendedorismo que reunirá os vários agentes envolvidos na criação e no desenvolvimento de negócios. Por isso mesmo, terá uma área oficial de exposição com cerca de 30 stands de instituições de apoio ao empreendedorismo e de fomento à inovação.
 
 
Anexos:
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Sessão "Europa mais perto", na Universidade Sénior de Évora

 
O Centro Europe Direct Alentejo Central e Litoral realizou no passado dia 21 de abril de 2017 a primeira sessão “Europa mais perto”, na Universidade Sénior de Évora, em Évora, através da presença da técnica Andreia Morita.
 
A sessão intitulada “60º Aniversário do Tratado de Roma – O início da União Europeia” teve como objetivo recordar as datas dos Tratados Europeus e a contribuição específica de cada um para o projeto europeu. Os participantes mostraram ainda interesse em rever os principais objetivos da União bem como os requisitos gerais de Adesão a apresentar aos membros candidatos. 
Com a presente iniciativa visou-se assinalar os 60 anos do Tratado de Roma, através do visionamento de alguns vídeos, de forma a despertar a incentivar o diálogo sobre o tema, através da partilha de experiências e opiniões. 
 
 

Mediterrâneo Ocidental: Ações para o desenvolvimento sustentável da economia azul

 
A CE lançou uma nova iniciativa para o desenvolvimento sustentável da economia azul na região do Mediterrâneo Ocidental.
 
Esta iniciativa, que promove a cooperação entre os dez países em causa, tem três objetivos principais:
1. Um espaço marítimo mais seguro
2. Uma economia azul inteligente e resiliente
3. Uma melhor governação dos mares.
 
Identificaram-se lacunas e desafios, tendo sido fixada, para cada objetivo, uma série de prioridades e ações específicas.
Relativamente ao objetivo 1, as prioridades incluem a cooperação entre os serviços nacionais de guarda costeira e a resposta a acidentes e derrames de petróleo. As ações específicas centram-se na modernização das infraestruturas de controlo do tráfego, na partilha de dados e no reforço das capacidades. No que respeita ao objetivo 2, as prioridades incluem a recolha de dados novos, a biotecnologia e o turismo costeiro. Quanto ao objetivo 3, a prioridade vai para o ordenamento do território, o conhecimento do meio marinho, a conservação dos habitats e a pesca sustentável.
 
A iniciativa será financiada com fundos e instrumentos financeiros aos níveis internacional, da UE, nacional e regional, que serão coordenados e complementares. Tal deverá criar impulsão e atrair financiamento de outros investidores públicos e privados.
 
 

Importação de produtos biológicos sujeitos a um novo sistema europeu de certificação eletrónica

 
Já se encontra em vigor o novo sistema de certificação eletrónica tendo em vista uma melhor monitorização da importação dos produtos biológicos. Este sistema faz da UE o líder mundial no domínio da rastreabilidade e da recolha de dados fiáveis sobre o comércio destes produtos.
 
Este sistema pioneiro de certificação eletrónica contribuirá para reforçar as disposições em matéria de segurança alimentar e reduzir o risco de fraude. Reduzirá igualmente os encargos administrativos dos operadores e das autoridades e permitirá obter estatísticas muito mais completas sobre estas importações.
 
Durante um período transitório de seis meses usar-se-á tanto a certificação em papel como a certificação eletrónica. A partir de 19 de outubro de 2017, as importações de produtos biológicos serão cobertas unicamente pelo sistema de certificação eletrónica.
 
 

Como a Política de Coesão da UE pode ajudar as regiões com baixos rendimentos e com baixo crescimento

 
Num relatório publicado sobre as regiões mais atrasadas da UE em termos de crescimento ou de riqueza, a CE identifica caminhos claros para apoiar estratégias de crescimento regional, com o apoio dos fundos da UE.
 
O relatório avalia o que apoia ou dificulta a competitividade dessas regiões e a razão pela qual ainda não atingiram os níveis esperados pela UE em termos de crescimento e de rendimento. Mais importante ainda, o relatório identifica as necessidades de investimento das regiões, nomeadamente, capital humano, inovação, qualidade das instituições, melhor acessibilidade, bem como os instrumentos disponíveis no âmbito da Política de Coesão da UE que lhes podem dar apoio no seu futuro.
 
47 regiões de oito Estados-Membros foram cuidadosamente analisadas e classificadas como «regiões com baixo crescimento», com um PIB per capita que pode atingir 90 % da média da UE, mas com uma persistente falta de crescimento, ou «regiões de baixos rendimentos», onde o PIB per capita está a aumentar, mas ainda é inferior a 50 % da média da UE. Essas regiões são habitadas por 83 milhões de habitantes, ou seja, 1/6 dos residentes da UE. O primeiro grupo está concentrado sobretudo no sul da Europa, ao passo que o segundo está concentrado no leste do continente.
 
O relatório constitui mais uma prova de que as políticas de desenvolvimento só podem alcançar todos os seus resultados se o ambiente for favorável ao investimento e se forem levadas a cabo por administrações sólidas, de uma forma transparente, responsável e eficaz.
 
As prioridades devem ser a criação de ambientes empresariais mais flexíveis, com menos burocracia, tempo e custos envolvidos na criação de novas empresas e na gestão das PME existentes, aumentando a eficiência, a transparência e a responsabilidade das administrações e dos serviços públicos, e modernizando os contratos públicos com procedimentos digitais.
 

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