Diálogo com os Cidadãos em Évora

 
 
O CIED Alentejo Central e Litoral, em parceria com o Centro de Documentação Europeia da Universidade de Évora, organizou no passado dia 22 de março, a sessão “Diálogo com os Cidadãos – Eleições do Parlamento Europeu”.
 
A sessão teve início com uma mesa de abertura que contou com as intervenções de José Calixto Presidente do Conselho de Administração da ADRAL e do Professor Miguel Rocha de Sousa, Diretor do Departamento de Economia, como representante da Universidade de Évora.
 
De seguida foi feita uma breve apresentação do CIED Alentejo Central e Litoral, a cargo da Dra Alexandra Correia, e do Centro de Documentação Europeia pela Professora Elsa Vaz. 
 
Posteriormente, cada um dos representantes dos partidos com assento parlamentar (José Gusmão, em representação da Eurodeputada Marisa Matias - BE; Lídia Pereira, em representação do Eurodeputado Paulo Rangel - PSD; António Marinho e Pinto - PDR; Alma Rivera, em representação do Eurodeputado João Ferreira - CDU; Luís Pedro Mota Soares, em representação do Eurodeputado Nuno Melo - CDS; e, Carlos Zorrinho - PS) dialogou com os participantes por forma a mostrar a importância de votar nas próximas eleições de 26 de maio. 
 
Foi ainda dado espaço para o debate, onde os participantes apresentaram algumas opiniões e questões sobre vários temas, como por exemplo o artigo 13, o ambiente e o crescimento económico, os valores da abstenção e a emigração.
 
Por fim, a sessão foi finalizada com um Alentejo de Honra e uma discussão informal sobre os temas apresentados. 
 

Programa Europa para os Cidadãos em Évora

 
No passado dia 11 de março, pelas 9h:30, em Évora, no Auditório da Fundação Eugénio de Almeida, o Centro de Informação Europe Direct Alentejo Central e Litoral promoveu uma Sessão de Informação sobre o Programa Europa para os Cidadãos 2014-2020.
 
Na sessão teve início com a apresentação do CIED Alentejo Central e Litoral, seguida da apresentação do Programa Europa para os Cidadãos, que ficou a cargo da Dra. Zélia Dias, representante do Centro de Informação Europeia Jacques Delors.
 
Foram divulgados os dois grandes objetivos do Programa, as duas vertentes que o estruturam, Memória Europeia e Compromisso democrático e participação cívica, assim como, as três medidas que compõem a segunda vertente. Foram igualmente, discutidos os critérios de elegibilidade, as datas a reter e os montantes de subvenção.
 
Num momento seguinte, a Dra. Ana Caeiro, técnica da Câmara Municipal de Alvito, falou-nos da candidatura que este município realizou e que foi aprovada, à medida Geminação de Cidades, em que promoveram o intercambio de alunos portugueses que visitaram uma cidade italiana, por forma, a discutir e a refletir sobre o futuro da europa, o combate à estigmatização dos migrantes e em conjunto promoverem valores de solidariedade, igualdade e respeito.
 
A sessão foi concluída com um espaço de debate e de perguntas e respostas entre o publico e a oradora convidada.
 

Diálogo com os Cidadãos sobre Eleições do Parlamento Europeu em Évora

 
O Centro de Informação Europe Direct Alentejo Central e Litoral está a organizar, em parceria com o Centro de Documentação Europeia da Universidade de Évora, um Diálogo com os Cidadãos sobre as Eleições para o Parlamento Europeu, que se realizarão em maio de 2019.
A sessão será no próximo dia 22 de março, pelas 15:30h, no auditório nobre da Universidade de Évora. 
 
A inscrição no evento é obrigatória, através do seguinte link: https://bit.ly/2CkD4FO
 

Dia Internacional da Mulher de 2019

 
Por ocasião do Dia Internacional da Mulher, a Comissão publicou o seu relatório de 2019 sobre a igualdade entre homens e mulheres na UE. A boa notícia é que a Europa tem estado a realizar progressos; importa, contudo, acelerar o ritmo a que estes estão a ser realizados. 
 
A Comissão Juncker tem intervindo nas diferentes áreas para melhorar a vida das mulheres na Europa, combatendo a violência contra as mulheres, colmatando as disparidades salariais e criando melhores condições para as famílias poderem conciliar a sua vida profissional com a vida familiar.
 
O relatório publicado revela que, embora tenham sido realizados progressos em matéria de igualdade de género, as mulheres continuam a enfrentar desigualdades em muitas áreas:
Em 2017, a taxa de emprego das mulheres na UE atingiu o nível mais elevado de sempre (66,4 %), mas a situação varia em função dos Estados-Membros. No ano passado, oito Estados-Membros foram alvo de recomendações no âmbito do Semestre Europeu a fim de melhorarem a participação das mulheres no respetivo mercado laboral (Áustria, República Checa, Alemanha, Estónia, Irlanda, Itália, Polónia e Eslováquia).
 
As mulheres correm um maior risco de pobreza pois os respetivos salários são, em média, 16% inferiores aos auferidos pelos homens. 
 
As mulheres continuam a estar seriamente sub-representadas nos parlamentos e nos governos nacionais.
 
O fenómeno designado por «teto de vidro» continua a ser uma realidade no mundo empresarial, onde apenas 6,3 % dos cargos de diretor executivo das grandes empresas da UE cotadas em bolsa são exercidos por mulheres.
 
 
As mulheres no Parlamento Europeu e na Comissão Europeia
Em novembro de 2018, as mulheres representavam 36,4 % dos 749 deputados do Parlamento Europeu, tendo o seu número diminuído ligeiramente em relação ao pico de 37,3 % registado no final de 2016. A Finlândia destaca-se claramente pelo facto de 76,9 % dos seus eurodeputados serem mulheres. Sete Estados-Membros têm, pelo menos, 40 % de eurodeputados de ambos os sexos (Irlanda, Espanha, França, Croácia, Letónia, Malta e Suécia), mas mais de 80 % dos eurodeputados da Bulgária, Estónia, Chipre, Lituânia e Hungria são do sexo masculino.
No que respeita à Comissão Europeia, os esforços permanentes envidados para atingir o objetivo do presidente Juncker de conseguir que, até 2019, 40 % dos cargos de direção médios e superiores sejam preenchidos por mulheres têm produzido resultados concretos. A proporção de mulheres em cargos de direção atingiu 39 % a todos os níveis, 37 % a nível dos quadros superiores e 40 % a nível dos quadros médios da Comissão.
 

CE apresenta resultados do Plano de Ação para a Economia Circular

 
A CE publicou um relatório exaustivo sobre a aplicação do Plano de ação para a economia circular, adotado em dezembro de 2015. O relatório apresenta os principais resultados obtidos com a execução do plano de ação e enuncia os desafios que se colocam na preparação do terreno para uma economia circular neutra em termos climáticos e competitiva, minimizando a pressão sobre os recursos naturais e de água doce e os ecossistemas. As conclusões do relatório serão discutidas durante a Conferência anual das partes interessadas para a economia circular, a realizar em Bruxelas em 6 e 7 de março.
 
Passagem de uma economia linear para uma economia circular
Três anos após a sua adoção, o plano de ação para a economia circular pode considerar-se plenamente concluído. As 54 ações previstas foram já concretizadas ou estão em fase de execução. De acordo com as conclusões do relatório, a execução do Plano de Ação para a Economia Circular acelerou a transição para uma economia circular na Europa, o que, por sua vez, contribuiu para colocar a UE na via da criação de emprego. Em 2016, os setores relevantes para a economia circular empregavam mais de quatro milhões de trabalhadores, o que representa um aumento de 6 % em relação a 2012.
A circularidade criou também novas oportunidades de negócio, proporcionando condições para novos modelos empresariais e para o desenvolvimento de novos mercados, tanto a nível interno como externo. Em 2016, as atividades circulares como a reparação, a reutilização ou a reciclagem geraram cerca de 147 mil milhões de euros de valor acrescentado, representando ao mesmo tempo cerca de 17,5 mil milhões de euros de investimento.
 
Estratégia da UE para os plásticos 
A Estratégia da UE para os Plásticos numa Economia Circular é o primeiro quadro político definido à escala da UE em que se adota uma abordagem para o ciclo de vida de materiais específicos, a fim de integrar as atividades circulares da conceção, utilização, reutilização e reciclagem nas cadeias de valor dos plásticos. A estratégia inclui uma visão clara, com objetivos quantificados ao nível da UE, de modo que, até 2030, todas as embalagens de plástico colocadas no mercado da UE, entre outros produtos, deverão ser reutilizáveis ou recicláveis.
Para impulsionar o mercado dos plásticos reciclados, a Comissão lançou uma campanha no sentido do comprometimento voluntário neste domínio. Há já 70 empresas que assumiram compromissos, o que significa um crescimento do mercado dos plásticos reciclados de, pelo menos, 60 % até 2025. No entanto, existe ainda um fosso entre a oferta e a procura de plásticos reciclados. Para colmatar esta lacuna, a Comissão lançou a Aliança Circular para os Plásticos, que reúne as principais partes interessadas em termos de fornecimento e de utilização de plásticos reciclados.
As regras relativas aos produtos de plástico de utilização única e às artes da pesca, que abrangem os dez objetos mais frequentemente encontrados nas praias da UE, colocam a União Europeia na vanguarda da luta contra o lixo marinho a nível mundial. As medidas incluem a proibição, sempre que existam alternativas, de determinados produtos de plástico de utilização única (como as palhinhas e os talheres de plástico), assim como dos plásticos oxodegradáveis, e propõem medidas para outros, nomeadamente metas para a redução do consumo, requisitos para a conceção dos produtos e regimes de responsabilidade alargada dos produtores.
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