Comissão leva a sua política de Inovação à Web Summit

 

Desde o início do seu mandato, a Comissão Juncker tem trabalhado arduamente para dar aos muitos empresários inovadores da Europa todas as possibilidades de se tornarem empresas líderes mundiais. Neste contexto, os Comissários Margrethe Vestager, Tibor Navracsics, Carlos Moedas e Julian King participam na Web Summit, uma das maiores conferências sobre tecnologia do mundo a decorrer em Lisboa de 6 a 9 de novembro.

Na noite de segunda-feira, às 19h40, a Comissária Margrethe Vestager dá uma entrevista no palco principal sobre fair play e alta tecnologia. Na terça-feira de manhã, os Comissários Margrethe Vestager e Carlos Moedas encontram-se no stand #InvestEU para promover o Prémio Mulheres Inovadoras da UE, atribuído anualmente a quatro mulheres excecionais, em 8 de março. Os Comissários participam igualmente numa conversa Facebook Live sobre mulheres investidores às 09h00.

Em seguida, às 10h20, o Comissário Carlos Moedas atribuirá o Prémio iCapital 2017 - Prémio Capital Europeia da Inovação, no valor de 1 milhão de euros, para o qual foram pré-selecionadas dez cidades. Às 11h30, o Comissário Julian King intervem num painel sobre a criação de colaboração em matéria de (ciber) segurança. Em paralelo, a Comissária Margrethe Vestager profere um discurso sobre a forma como a UE protege a concorrência. Às 13h30, o Comissário Tibor Navracsics participa no debate do painel «No one left behind: The skills your children need to know». 

Na manhã de quarta-feira, às 10h45, o Comissário Carlos Moedas fará um discurso sobre os custos e benefícios da investigação financiada por fundos públicos. Durante a Web Summit, os Comissários terão a oportunidade de apresentar e discutir as iniciativas da Comissão de apoio aos inovadores, incluindo o Plano Juncker, a Iniciativa «Start-up e Scale-up» e o financiamento à investigação orientada para a inovação e de vanguarda.

Plano de Investimento para a Europa em Évora

 
O Centro Europe Direct Alentejo Central e Litoral está a organizar, em parceria com a CCDR Alentejo, a CIMAC, a Universidade de Évora, a Câmara Municipal de Évora, a ANJE, o NERE e o PACT, uma Sessão sobre o Plano de Investimento para a Europa.
Este evento realizar-se-á no próximo dia 15 de novembro, no auditório da CCDR Alentejo, em Évora, e irá contar com a participação da Representação da Comissão Europeia em Portugal para explicar como funciona o Plano de Investimento para a Europa e quais as oportunidades para a economia portuguesa, assim como com a participação do Banco Europeu de Investimento (BEI), abordando os Instrumentos de Financiamento para investimentos estratégicos.
Posteriormente, será apresentado um study case da região Alentejo, o caso da Mecachorme, cujo projeto foi financiado através deste Plano de Investimento, e será também realizada uma apresentação por parte do Novo Banco, uma das instituições financeiras que se encontra inserida neste programa.
 
O evento irá decorrer a partir das 10:00h, é gratuito, mas sujeito a inscrição (http://bit.ly/2lY8uMy).
 
Serão aceites inscrições ao dia 14 de novembro.

Novo acordo histórico UE-Cuba entra em vigor

 
Inicia-se hoje um novo capítulo nas relações entre a UE e Cuba, com o início da aplicação provisória do primeiro acordo de sempre entre a União Europeia e Cuba — o Acordo de Diálogo Político e de Cooperação.
 
O Acordo de Diálogo Político e de Cooperação (ADPC) é composto por três capítulos principais sobre o diálogo político, a cooperação e o diálogo sobre políticas setoriais, bem como a cooperação comercial.
 
O Acordo promove o diálogo e a cooperação, a fim de incentivar o desenvolvimento sustentável, a democracia e os direitos humanos, bem como para encontrar soluções comuns para os desafios globais mediante uma ação conjunta nas instâncias multilaterais. Os domínios de interesse comum incluem, por exemplo, as energias renováveis, o desenvolvimento rural, o ambiente, os direitos humanos, a boa governação, a segurança e a criação de emprego. Serão realizadas atividades com todos os interlocutores de Cuba, designadamente o setor público, as autoridades locais, o conjunto da sociedade civil, o setor privado, bem como as organizações internacionais e respetivas agências.
 

Dia Europeu da Igualdade Salarial

 
Atualmente, a remuneração horária média das mulheres na Europa é 16,3 % inferior à dos homens. O Dia Europeu da Igualdade Salarial, que este ano se comemora a 3 de novembro, assinala o momento em que as mulheres efetivamente deixam de ser pagas em comparação com os seus colegas homens, quando restam quase dois meses para terminar o ano.
 
O Primeiro Vice-Presidente Frans Timmermans, a Comissária Marianne Thyssen e a Comissária Věra Jourová declararam:
«A igualdade de géneros, incluindo a igualdade de remuneração entre homens e mulheres, é um dos valores fundadores da UE. Mas está ainda longe de ser uma realidade. Nos últimos anos, o fosso salarial entre os géneros no essencial não mudou. 
Isto significa que as mulheres trabalham de graça durante dois meses por ano em comparação com os seus colegas homens. Trata-se de uma injustiça chocante e inaceitável na Europa do século XXI.
 
Necessitamos urgentemente de fazer progressos em relação a esta questão persistente, que afeta as mulheres e as nossas sociedades em muitos outros aspetos: as mulheres tendem ainda a trabalhar em setores menos bem remunerados, têm menos promoções e estão sub-representadas em cargos de gestão. As famílias monoparentais com mulheres como única fonte de sustento estão mais expostas à pobreza, incluindo a pobreza infantil e consequentes desvantagens. 
 
As disparidades salariais não são o único problema. As recentes revelações sobre o assédio sexual põem a descoberto os ambientes de trabalho por vezes hostis que as mulheres também têm de enfrentar, com consequências óbvias para o seu desenvolvimento profissional e o seu bem-estar.
 
A Comissão Europeia pretende mostrar o caminho a seguir para lutar contra esta injustiça. Dentro de algumas semanas, apresentaremos um plano de ação para lutar contra a questão da disparidade salarial entre os géneros. Isso permitirá intensificar as ações em curso, e apresentar novas medidas.
 
Em novembro, iremos igualmente acolher um colóquio sobre os «direitos da mulher em tempos turbulentos», com parte do programa dedicada a encontrar novas soluções para lutar contra as disparidades salariais entre os géneros. Mais ou menos em simultâneo, o Pilar Europeu dos Direitos Sociais será proclamado ao mais alto nível, reafirmando que homens e mulheres têm direito a salário igual para um trabalho de valor igual.
 
Os europeus estão mais cientes das desigualdades entre os sexos do que nunca, como se viu na recente campanha # Me Too nos meios de comunicação social, e temos de aproveitar a dinâmica assim criada para empreender ações e alterar comportamentos. No Dia Europeu da Igualdade Salarial estamos empenhados em defender a igualdade de direitos e de oportunidades no mercado de trabalho para homens e mulheres, e continuaremos a fazê-lo até que a UE se torne um lugar onde as mulheres vivam na plenitude dos seus direitos.»
 
 

Entra em vigor o Acordo de Parceria e Cooperação entre a União Europeia e a Mongólia

 
Entra hoje em vigor o Acordo de Parceria e Cooperação (APC) entre a União Europeia e os seus Estados-Membros, por um lado, e a Mongólia, por outro.
 
Este Acordo de Parceria e Cooperação reforça as relações existentes entre a União Europeia e a Mongólia e assenta num empenhamento comum a favor da boa governação, dos direitos humanos e do desenvolvimento sustentável. Além disso, o Acordo alargará a cooperação num vasto leque de domínios, tais como o desenvolvimento sustentável, as matérias-primas, as alterações climáticas, a justiça e a segurança, os direitos humanos, a ciência e tecnologia, e a boa governação, e facilitará o comércio e o investimento. O Acordo de Parceria e de Cooperação associa a União Europeia e todos os seus Estados-Membros, o que abre perspetivas para criar sinergias entre as atividades da UE e as políticas dos diferentes Estados-Membros.
 
A entrada em vigor do Acordo de Parceria e Cooperação coincide com a abertura de uma delegação da União Europeia na Mongólia, para a qual a aplicação do Acordo será uma prioridade essencial.
 
 

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