Comissão introduz novas medidas para lutar contra a caça furtiva e pôr fim ao comércio de marfim em bruto

 
A Comissão Europeia dá um passo no sentido de pôr fim à exportação de marfim em bruto antigo, a partir de 1 de julho, com a adoção das novas orientações sobre as regras da UE que regem o comércio de marfim.
 
Esta decisão, prevista no Plano de Ação da UE contra o Tráfico de Animais Selvagens, ajudará a evitar que o comércio legal de marfim alimente o tráfico internacional de marfim, o qual aumentou significativamente ao longo da última década.
 
A Comissão Europeia concederá igualmente um novo apoio financeiro de 2,25 milhões de euros ao Secretariado da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies de Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (CITES), para o ajudar na aplicação das decisões sobre o comércio internacional de espécies selvagens adotadas em outubro de 2016 na Conferência das Partes na CITES.
 
A UE já tem regras muito estritas em matéria de comércio de marfim. Ao abrigo dessas regras, o comércio de marfim está proibido, salvo no caso de artigos adquiridos antes de 1990, quando os elefantes africanos passaram a usufruir do nível máximo de proteção no âmbito da CITES.
 
A adoção de orientações sobre o comércio de marfim corresponde a um compromisso assumido pela UE e pelos seus Estados-Membros no Plano de Ação contra o Tráfico de Animais Selvagens adotado em 2016. Dá ainda resposta aos apelos do Parlamento Europeu e da sociedade civil. Nos próximos meses, a Comissão irá recolher dados e consultar as partes interessadas e o público, a fim de determinar se são necessárias restrições adicionais ao comércio de marfim.
 

Europa mais perto – Ambiente para os Europeus

 
O CIED Alentejo Central e Litoral, em conjunto com a Universidade Sénior de Évora, realizou mais uma sessão “Europa mais perto”, com o objetivo de levar ao público mais sénior temas atuais sobre a União Europeia e perceber quais as suas opiniões, fornecer informações europeias e esclarecer variados temas.
Nesta sessão deu-se destaque ao tema do ambiente, devido ao interesse demonstrado pela temática por parte dos estudantes da universidade sénior de Évora em sessões passadas.
Durante a sessão foram debatidos vários aspetos resultantes das alterações climáticos e demonstrado algumas das ações que a união europeia tem realizado nesta matéria. 
No final da sessão foi distribuído aos estudantes, informação sobre a União Europeia, de forma a complementar a informação adquirida na referida sessão.
 

Previsões económicas da primavera de 2017

 
A economia europeia entrou no seu quinto ano de retoma, que está agora a chegar a todos os Estados-membros da UE. Prevê-se que essa retoma prossiga a um ritmo geralmente constante este ano e no próximo ano.
 
Nas suas previsões da primavera, a Comissão Europeia prevê que o crescimento do PIB da área do euro atinja 1,7 % em 2017 e 1,8 % em 2018 (1,6 % e 1,8 % nas previsões do inverno). Prevê-se que o crescimento do PIB da UE no seu conjunto se mantenha constante, a um nível de 1,9 % em ambos os anos (1,8 % em ambos os anos nas previsões do inverno).
 
O Vice-Presidente Valdis Dombrovskis, responsável pelo Euro e pelo Diálogo Social, bem como pela Estabilidade Financeira, pelos Serviços Financeiros e pela União dos Mercados de Capitais, declarou: «As previsões económicas de hoje apontam para uma consolidação do crescimento e uma continuação da diminuição do desemprego na UE. No entanto, a situação é bastante diferente de um Estado-Membro para outro, sendo os melhores resultados registados nas economias que implementaram reformas estruturais mais ambiciosas. A fim de restabelecer o equilíbrio, será necessário proceder a reformas decisivas em toda a Europa, quer se trate de abrir os nossos mercados de produtos e serviços ou de modernizar o mercado de trabalho e os sistemas de proteção social. Numa era de grandes mutações demográficas e tecnológicas, as economias dos países da UE têm igualmente que evoluir, oferecendo mais oportunidades e proporcionando um melhor nível de vida às nossas populações.»
 
Pierre Moscovici, Comissário responsável pelos Assuntos Económicos e Financeiros, Fiscalidade e União Aduaneira, afirmou: «A Europa está a entrar no seu quinto ano consecutivo de crescimento, apoiado por políticas monetárias favoráveis ao crescimento, uma sólida confiança das empresas e dos consumidores e uma melhoria do comércio mundial. A boa notícia é também que o elevado nível de incerteza que caracterizou os últimos doze meses poderá estar a começar a diminuir. Mas a retoma da área do euro em matéria de emprego e de investimento continua a ser desigual. O principal desafio dos próximos meses e anos consistirá em combater as causas desta disparidade».
 

Comissão lança uma reflexão sobre o controlo da globalização

 
Na sequência do Livro Branco da Comissão sobre o futuro da Europa, apresentado em 1 de março, a Comissão publica um documento de reflexão sobre o controlo da globalização.
 
Com base numa análise objetiva das vantagens e desvantagens da globalização, o documento publicado hoje visa lançar um debate sobre o modo como a UE e os Estados-Membros poderão influenciar a globalização de forma a antecipar o futuro e melhorar a vida dos europeus.
 
O documento de reflexão faz uma análise aberta das consequências da globalização para a UE. E há um facto indesmentível: a UE beneficiou muito com a globalização, mas também passou a debater-se com um grande número de desafios. Um pouco por todo o mundo, a globalização ajudou centenas de milhões de pessoas a sair da pobreza, permitindo aos países mais pobres recuperar o seu atraso. Na UE, o comércio global impulsionou o crescimento económico: por cada mil milhões de euros de novas exportações foram criados 14 000 postos de trabalho. Por outro lado, as importações a preços mais baixos beneficiam, nomeadamente, as famílias mais pobres. Mas estes benefícios não são automáticos nem estão repartidos de forma equitativa por todos os cidadãos. A Europa é igualmente prejudicada pelo facto de outros países não disporem das mesmas normas em domínios como o emprego, o ambiente ou a segurança, significando que as empresas europeias não têm capacidade suficiente para concorrer com os preços das suas homólogas estrangeiras. Tal está a conduzir ao encerramento de fábricas, perdas de postos de trabalho, diminuição dos salários e agravamento das condições de trabalho.
 
Os factos apresentados no documento de reflexão mostram claramente que a globalização pode ser benéfica se for devidamente mantida sob controlo. A UE deve garantir uma repartição mais equitativa dos benefícios da globalização, colaborando estreitamente com os Estados-Membros e as regiões, bem como com os parceiros internacionais e outras partes interessadas. Devemos aproveitar esta oportunidade para influenciar a globalização de acordo com os nossos valores e interesses.
 

Celebração do Dia da Europa no Alentejo Central e Litoral

 
O Dia da Europa, 9 de maio, assinala a Declaração de Robert Schuman em que partilhou a sua visão para uma Europa unida em 1957: "A paz mundial não poderá ser salvaguardada sem esforços criativos que estejam à altura dos perigos que a ameaçam (…) "A Europa não se fará de uma só vez, nem de acordo com um plano único. Far-se-á através de realizações concretas que criarão, antes de mais, uma solidariedade de facto". 
Para celebrar este dia, o Centro Europe Direct Alentejo Central e Litoral foi até à escola Básica e Secundária Mora, realizar uma sessão sobre a União Europeia junto dos alunos do 7º, 8º, 9º e 10º ano. Além desta sessão foi ainda hasteada a bandeira da união europeia, enquanto se cantava o hino da Alegria.
Mais tarde, estivemos na escola São João de Deus, em Montemor-o-Novo, onde se realizou um Peddy Paper junto de um grupo de cerca de 80 alunos, onde testaram os seus conhecimentos sobre a União Europeia e ficaram a saber várias curiosidades.
No Alentejo Litoral, o CIED realizou ainda outra sessão, na escola básica nº3 em Vila Nova de Santo André, com os alunos do 3º e 4º ano. 
O CIED foi bastante bem recebido por parte de todas as escolas, as quais felicita pelo trabalho no que diz respeito ao ensino sobre temas europeus, e com as quais espera vir a trabalhar mais vezes.
 
 

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