O poder para decidir o que acontece na Europa

Da mesma forma que os tempos mudam, também nós mudamos. Desde as últimas eleições europeias, as regras do jogo mudaram. O Parlamento Europeu tem agora mais poder, seja a definir a direcção política da Europa, seja a tomar as decisões do dia-a-dia que nos afectam a todos. Um Parlamento Europeu mais forte significa maior influência para todos, mais capacidade para lidar com os nossos problemas, mais capacidade para mudar o que é preciso mudar, mais assertividade para preservar o que queremos manter.
A Europa enfrenta grandes desafios. Enfrentá-los não será fácil e há escolhas a fazer. As mudanças feitas no sistema foram pensadas para garantir que nós, os cidadãos da Europa, tenhamos mais participação nessas escolhas. Não apenas quando votamos, mas quando as decisões são tomadas, no dia-a-dia.
O Parlamento Europeu decide agora sobre as leis europeias que o afectam a si, em todas as áreas. Decide sobre a forma como o seu dinheiro é gasto a partir do orçamento da UE (União Europeia). É necessário chegar a acordo quanto ao financiamento da União Europeia para os próximos anos, tendo em mira o interesse colectivo dos europeus. Após as próximas eleições, vai ser o Parlamento Europeu que elegerá o presidente do executivo da Europa, com base nas suas escolhas expressas no seu voto.
Desta vez é diferente. Juntos, agora temos mais poder para fazer a diferença.
O Parlamento Europeu e você. Juntos podemos agir, reagir e decidir.


Agir
Estes são tempos turbulentos da história europeia. Para muitas pessoas na Europa, estes são tempos difíceis. Tal como os tempos mudaram, também nós mudámos. O Parlamento Europeu tem agora mais poder do que nunca para moldar a Europa. E isso dá-lhe a si mais poder para fazer com que as coisas aconteçam. Você pode influenciar as decisões que tocam a sua própria vida, bem como as vidas de mais de 500 milhões de pessoas. Você pode começar algo ou terminar algo. Exigir mais ou exigir menos. Você pode agir e envolver-se em todas as questões, grandes e pequenas. Escolha qual a Europa que deseja. Ao fim e ao cabo, você decide o que acontece ou não acontece.
O Parlamento Europeu representa todos e cada um e age em nome de todos.
As nossas decisões são baseadas no que é importante para si. Não, nem tudo pode acontecer de um dia para o outro, mas uma coisa é certa: juntos podemos fazê-lo acontecer.


Reagir
Você pode fazer a diferença. Defenda o que vale a pena manter, mude o que é preciso mudar. Ou questione e critique. Partilhe os seus pensamentos e reaja. O modo de estar europeu não implica uma só visão ou objectivo; implica dar a cada opinião a sua oportunidade.
O Parlamento Europeu está aqui para reagir às suas exigências e lutar pelo que é verdadeiramente importante para si. O nosso trabalho é ouvir as diversas vozes da Europa e dar respostas eficazes.
Vamos enfrentar todos os desafios e propor soluções que façam sentido.


Decidir
Através do Parlamento Europeu, você tem mais poder do que pensa. Você tem poder de decisão sobre o futuro de todos mas principalmente sobre o seu próprio futuro e o futuro das próximas gerações. Cada uma das suas acções e reacções acabará por traduzir-se em resultados. As decisões que tomamos juntos têm um impacto directo no dia-a-dia de mais de 500 milhões de cidadãos europeus.
A responsabilidade do Parlamento Europeu é fazer com que este sistema funcione para todos, inclusive para si. Não fazendo apenas uma verdadeira diferença para si, mas consigo. Hoje, amanhã e no futuro.

Parlamento Europeu apoia transição para biocombustíveis com menor impacto ambiental

Os eurodeputados votaram a favor de medidas para acelerar a transição dos biocombustíveis clássicos, como o etanol ou o biodiesel, para os de segunda geração, como os produzidos a partir de algas ou resíduos. O objectivo é reduzir as emissões de gases com efeito de estufa resultantes da crescente utilização de terrenos agrícolas para a produção de biocombustíveis.

"Este debate foi muito difícil porque os interesses económicos estiveram vincadamente presentes. Trata-se de um texto muito técnico, mas com implicações económicas e éticas importantes", disse a relatora da Comissão do Ambiente do PE, Corinne Lepage (ALDE, França).

O Parlamento Europeu defende que a quota de energia proveniente de biocombustíveis "clássicos" ou de primeira geração, produzidos a partir de cereais e outras culturas ricas em amido e culturas açucareiras, oleaginosas e outras culturas energéticas cultivadas em terra, não deve ser superior a 6% do consumo final de energia nos transportes em 2020. Actualmente, o objectivo para 2020 está fixado nos 10%.

Os eurodeputados são a favor de que sejam tidas em conta as emissões de gases com efeito de estufa que resultam da crescente utilização de terrenos agrícolas para a produção de biocombustíveis. Essas emissões decorrentes das chamadas "alterações indirectas do uso do solo" (AIUS) podem anular a redução das emissões associadas aos biocombustíveis. 

Barroso assume que UE precisa de redefinir algumas políticas

A oito meses das eleições europeias, o Presidente da Comissão Europeia apresentou as prioridades políticas no discurso do estado da União Europeia, esta quarta-feira, perante os eurodeputados reunidos em sessão plenária, em Estrasburgo.
Mas José Manuel Barroso reconheceu que “a Europa deve concentrar-se naquilo a que pode dar valor acrescentado. Quando não for esse o caso, não deve intrometer-se. A União Europeia precisa de ser grande para as coisas de grande dimensão e pequena para as coisas menores – algo que podemos ter, por vezes, negligenciado no passado”.
“Tal como todos os governos, temos de ter um especial cuidado com a qualidade e quantidade da nossa legislação já que, como dizia Montesquieu, “As leis inúteis enfraquecem as leis necessárias”, acrescentou.

Reduzir os riscos do sistema bancário paralelo

A UE apresenta proposta para regulamentar o sistema bancário paralelo que contribuiu para agravar a crise do crédito.
A maioria dos requisitos regulamentares impostos ao sector financeiro desde o início da crise económica de 2008 centrou-se no sistema bancário tradicional. Porém, o sistema bancário paralelo, que inclui fundos de retorno absoluto, participações privadas e posições de titularização, envolve actividades semelhantes às dos bancos mas não está tão regulamentado como estes últimos. Estas entidades não têm nomeadamente acesso ao apoio do Banco Central Europeu nem a um sistema de garantia de depósitos ou de dívidas.
Se, por um lado, o sector bancário paralelo ajuda a disponibilizar liquidez financeira ao sector bancário, por outro, nos anos mais recentes, foi fonte de instabilidade para o sistema financeiro mundial. Esta instabilidade contribuiu para o colapso do banco Lehman Brothers em 2008 e o congelamento dos mercados de crédito mundiais durante a crise financeira.
Na última década, o montante total dos activos dos bancos paralelos mais do que duplicou, passando para mais de 51 000 biliões de euros, representando actualmente perto de um terço do sistema financeiro mundial. Na Europa, o sistema bancário paralelo representa mais de 23 000 biliões de euros.

Actuar, reagir, fazer é o slogan para as eleições europeias

Já começou a contagem decrescente para as eleições europeias que decorrem dentro de oito meses.
Os meios para tentar derrotar os habituais altos níveis de abstenção foram apresentados, esta terça-feira, na sessão plenária do Parlamento Europeu, em Estrasburgo.
Uma campanha que quer explicar porque é que esta eleição é tão decisiva.
“Pela primeira vez, cada grupo político vai nomear o seu candidato para Presidente da Comissão, em Março de 2014”, isto é, dois meses antes das eleições, explicou o eurodeputado austríaco Othmar Karas.
A campanha eleitoral vai custar 16 milhões de euros, recorrendo a acções no terreno, aos meios de comunicação social tradicionais e às redes sociais.
Uma estratégia para travar o aumento de movimentos extremistas e anti-europeus.
Mas o eurodeputado eurocéptico britânico Nigel Farage diz que é um desperdício: “Isto não vai fazer diferença nenhuma porque temos agora uma maioria de europeus, em todos os Estados-Membros, que estão insatisfeitos com esta Europa e com a direcção em que segue a União Europeia”.
“Actuar, reagir, fazer” é o slogan para as eleições que elegem 751 eurodeputados, num momento de grande crise económica.
O voto está marcado em Portugal para 25 de Maio, para escolher os 21 novos representantes.

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