Centro Europe Direct Alentejo Central e Litoral esteve presente na Feira do Emprego e Empreendedorismo

Decorreu de 20 a 23 de Setembro de 2013, a Feira do Emprego e Empreendedorismo, iniciativa inserida na Feira D’Aires em Viana do Alentejo. A Feira do Emprego e Empreendedorismo teve como objectivo a promoção do emprego, o estabelecimento de contactos, o esclarecimento de dúvidas, a pesquisa de ofertas de emprego, a criação de bolsas de currículos e o apoio à criação do auto-emprego.  
O Centro Europe Direct Alentejo Central e Litoral marcou presença nesta iniciativa distribuindo material informativo, divulgando informação geral sobre a União Europeia e o Ano Europeu dos Cidadãos, que se comemora no corrente ano e esclarecendo questões sempre que necessário. Em traços gerais, o Centro Europe Direct Alentejo Central e Litoral visa fazer a ponte entre a informação produzida pela União Europeia e um público-alvo diversificado, como empresas, empreendedores, instituições públicas e privadas da região Alentejo, formandos, formadores e população em geral.

III Curso Internacional de Verão - Cidadania Europeia

Cidadania Europeia: percepções e desafios de um processo em (re)construção


A Escola de Ciências Sociais da Universidade de Évora organizou de 4 a 7 de Setembro de 2013, o III Curso Internacional de Verão “Cidadania Europeia: percepções e desafios de um processo em (re)construção”, o qual englobava o III Congresso Internacional de Verão subordinado ao tema “Europa Cidadã: pessoas empresas e instituições”.
O Centro Europe Direct Alentejo Central e Litoral, como centro de divulgação de informação sobre a Europa e as questões europeias, conjuntamente com o Centro de Documentação da Universidade de Évora, e uma vez que no corrente ano se comemora o Ano Europeu dos Cidadãos, associou-se na dinamização do Workshop intitulado “Que implicações dos modelos de construção europeia na cidadania e na coesão territorial”. Esta temática foi trabalhada pelos participantes a partir das conclusões tiradas do Módulo 1 – “Modelos de construção europeia” e dos três documentários visionados alusivos à Europa e aos cidadãos europeus, pontos de partida para a discussão e transposição para o papel das conclusões alcançadas.
No final do Workshop os participantes e dinamizadores dirigiram-se ao mural onde as principais ideias ficaram registadas para a posteridade.

Activista bielorrusso Ales Bialiatski vence Prémio Vaclav Havel

O activista da Bielorrússia, Ales Bialiatski, preso desde Agosto de 2011, é o vencedor do primeiro Prémio dos Direitos Humanos Vaclav Havel, atribuído pelo Conselho da Europa.
Além de director do Centro dos Direitos Humanos Viasna, que criou em 1996, Ales Bialiatski é também vice-presidente da Federação Internacional dos Direitos Humanos, desde 2007.
O galardão e o cheque no valor de 60 mil euros foram entregues à esposa de Bialiatski, na sessão de abertura da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, na cidade francesa de Estrasburgo.
A pena de quatro anos e meio de prisão por fraude fiscal é vista pelo Conselho da Europa como uma perseguição política do ditador bielorrusso, Alexander Lukashenko, no poder há quase duas décadas.

Melhorar a educação digital na Europa é a nova iniciativa da UE

Uma nova iniciativa da UE contribuirá para dotar os jovens das competências informáticas necessárias para serem bem-sucedidos no século XXI.
Até 2020, mais de 90% dos postos de trabalho na Europa exigirão competências no domínio da informática, reflectindo o papel cada vez mais importante que este tipo de tecnologia desempenha nas nossas vidas. Não obstante, muitas escolas e universidades não dispõem dos recursos nem da conectividade ou do equipamento necessários para acompanhar esta evolução.
Para colmatar esta lacuna e ajudar a assegurar a competitividade dos cidadãos europeus na era digital, a UE lançou a iniciativa Abrir ao Mundo os Sistemas de Educação, que visa aumentar os recursos disponíveis para estudantes, estabelecimentos de ensino e professores e melhorar as infra-estruturas informáticas e a conectividade nas escolas.
Esta nova iniciativa integra-se num vasto plano da UE destinado a aumentar as competências digitais na Europa. Apesar do crescente papel que a tecnologia digital desempenha na sociedade actual, apenas um número limitado de pessoas sabem como funcionam os telemóveis e os computadores portáteis. Aquando do lançamento da nova estratégia, a Comissária Europeia da Educação, Androulla Vassiliou, declarou: «Não basta saber utilizar uma aplicação ou um programa; precisamos de jovens que possam criar os seus próprios programas.» Esta iniciativa permitirá aos jovens adquirir as competências necessárias para obterem um futuro emprego e aumentará a criatividade e o empreendedorismo das pessoas no mercado de trabalho europeu. 

17 países europeus declaram apoio a ministra italiana alvo de racismo

Cécile Kyenge tem sido alvo de frequentes insultos desde que foi nomeada ministra para a Integração do Governo de Enrico Letta.
“Stop ao racismo, é preciso reafirmar os valores europeus”: num gesto inédito, 17 países europeus, incluindo Portugal, deram o seu apoio à ministra italiana Cécile Kyenge, alvo frequente de insultos racistas, numa “Declaração de Roma” assinada nesta segunda-feira.
Era preciso fazer “qualquer coisa rapidamente para dizer ‘basta, isto é inaceitável’, explicou à AFP a vice-primeira-ministra belga Joëlle Milquet, que foi a promotora da iniciativa.
Depois de ter sido nomeada ministra da Integração do Governo de Enrico Letta, Cécile Kyenge (que é originária da República Democrática do Congo) já foi chamada de orangotango por um ministro da Liga Norte, partido xenófobo que é contra a imigração, foram-lhe atiradas bananas durante um comício, e é alvo frequente de todo o tipo de insultos racistas nas redes sociais.
Aos jornalistas, Cécile Kyenge disse apreciar o gesto dos seus colegas europeus, mesmo que “o problema não diga respeito apenas a mim”, mas também “às instituições”. Segundo a ministra italiana, o seu caso fez “ressurgir questões que pareciam enterradas mas que estão agora a ressurgir.”
“A Europa é feita de pessoas com cores de pele diferentes, com religiões diferentes, é feita de gente que nasceu no estrangeiro mas que escolheu este continente”, disse Kyenge.
A Declaração de Roma sublinha que os políticos têm “uma responsabilidade particular” em dar o exemplo na luta contra o racismo e a xenofobia, e pede-lhes que “mostrem determinação nessa luta, tanto nas palavras como nos gestos”.

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