Governo quer direccionar 21 mil milhões do QREN para as empresas

O Governo vai mudar a estratégia e canalizar o dinheiro dos fundos comunitários para as empresas. O objectivo é incentivar a criação de emprego durante o período 2014/2020.
O pacote de 21 mil milhões que começa a chegar em Janeiro ainda está ainda a ser negociado com Bruxelas, mas a versão preliminar revela uma redução do investimento em escolas e estradas, onde o Governo acredita que já se fez muito.
“O que está feito já está feito, não vamos precisar de voltar a fazer, mas ainda há escolas por fazer e por modernizar, só que em menor número, pelo que o volume de recursos que vamos afectar é menor do que o que foi até agora”, explica à Renascença o secretário de Estado do Desenvolvimento Regional. Castro Almeida sublinha que, nos últimos quatro anos, foram investidos mais de 2.300 milhões de euros em edifícios escolares. É tempo agora de fazer uma "correcção de tendência".
Outra prioridade é a simplificação do processo de candidaturas, com a redução da burocracia. “Não vamos exigir a factura do táxi. Vamos arranjar preços indicativos para um conjunto de tarefas que dispensam depois estar a juntar um conjunto enorme de pequenas despesas, recorrendo mais a preços médios, por exemplo”, explica Castro Almeida.
A proposta que chegou de Lisboa a Bruxelas é ainda preliminar, mas o Governo espera que, no segundo semestre de 2014, comece a chegar o dinheiro.

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